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Testemunhos

O ensino formal não foi criado para a maioria e sim para uma minoria, que podia e tinha mais aptidões para aquele tipo de transmissão de conhecimentos padronizados. A maioria não tinha sequer acesso e, dos que tinham, aqueles que não se adaptavam ao método eram excluídos e tinham outros muitos caminhos de vida. Desde o princípio do século XX que o ensino na Europa é (mais ou menos) para todos e a escola mantém-se inalterada: um tipo de ensino para um tipo de pessoas. E quem não está talhado para esse tipo de ensino é triturado, massacrado, e cuspido para uma espécie de "não serves'! É o cúmulo da estupidez, desumano e um desperdício.

O meu filho foi vítima desta padronização medieval, sofreu e poderia ter sido um miúdo infeliz e excluído toda a vida. Seria assim, se não tivesse aparecido a escola "Os Aprendizes".

O meu filho, uma criança antes tão desconfiada da escola e dos outros, ganhou agora autonomia, acreditou, entregou-se, passou a estar na sala sem apoio, criou, pouco a pouco, laços com outras crianças. Ele sempre foi um filho extraordinário e, por muitas dificuldades que tenha, nunca vai deixar de ser o melhor filho que Deus nos podia dar. Mas, vê-lo pela janela da escola, a rir, ou compenetrado na aula, ver a relação de cumplicidade e à vontade com as professoras e com funcionárias é, para nós pais, uma enorme felicidade. É um alívio ver que encontrou um espaço em que está e se sente bem e em que se desenvolve.

Não sei o que vos levou a criar esta espécie de escola que parece querer tirar de cada criança o melhor que ela tem. Sabemos que o nosso filho tem um caminho difícil pela frente mas, a partir dos Aprendizes, esse caminho será trilhado com mais autoconfiança de quem foi compreendido e abraçado com ternura pela escola.

A minha experiência nos Aprendizes foi uma aprendizagem progressiva, com muitas emoções e laços criados com os professores da escola, que ainda hoje são pessoas especiais para mim e que vão ser sempre pois estiveram num período muito importante da minha vida, acho que a escola ajudou me a perceber que a identidade de cada pessoa, bem como as suas diferenças a nível de pensamento e que essa diversidade é uma virtude. E a cima de tudo, dar o melhor de mim todos os dias em qualquer situaçao que seja.

Acho que me tornou uma pessoa mais determinada nos seus sonhos e mais segura e confiante graças a todo o apoio que tive durante a minha viagem nos Aprendizes .

Carolina, 16 anos, aluna de 2007 a 2010

Quando descobrimos, por acaso, os Aprendizes na comunicação social, sabíamos já que o nosso filho não iria para a escola da área de residência, nem para um colégio com turmas enormes. Temíamos que o nosso filho se "perdesse" numa escola grande, pois preparava-se para acabar com dificuldades o 4 ano, em particular a matemática, e as actividades escolares não tinham para ele grande interesse, muito por culpa da frustração que sentia nas avaliações.

Entretanto, a escola ganhou um interesse renovado. Por mérito dos professores, por mérito dos temas, por mérito do ambiente que o rodeia, o nosso filho gosta da escola, passou a gostar da escola e passou a falar dela.

Muitas vezes à mesa falamos dos Reis, da Atmosfera, do Auto da Barca do Inferno, dos números primos, de judeus, cristão e muçulmanos, dos nomes das divisões da casa em inglês... 

Antes dos Aprendizes a escola era o edifício, da qual demasiadas vezes trazia trabalhos de casa que tornavam o fim de dia um tormento para pais e filho. Agora a escola são os conhecimentos com os quais consegue fazer contas antes tão difíceis ou as curiosidades escondidas num clássico da literatura portuguesa contado às crianças ou os factos num documentário sobre o Infante D. Henrique que tinha sido editado por mim há mais de 10 anos para a RTP.

 

A escola passou a ser o gerador do entusiasmo com que o nosso filho nos conta quase todos os dias aquilo que aprende e conhece, num contexto diferente e dinâmico em que ele se sente feliz e onde encontra respostas para as suas dúvidas.

O meu nome é Teresa Noronha, sou a mãe da Carolina Noronha, hoje com 16 anos, que frequentou o 1° ciclo,do 2º ao 4° ano, na Escola Aprendizes.A Carolina, frequentava a Escola Alemã de Lisboa e mais tarde do Estoril, desde os 3 anos de idade.

Quando chegou ao 2° ano do 1º ciclo,deparei-me com alguns problemas comportamentais e de aprendizagem que demonstravam que a minha filha não estava feliz naquela escola (apesar de considerar que era uma boa instituição e  que a sua professora era uma óptima profissional e excelente enquanto pessoa).

Conhecemos os Aprendizes e a filosofia, a metodologia e os critérios de ensino em que a escola estava assente e a apostar, eram os adequados para a Carolina. aliás para qualquer criança. Em vez de apostarmos num qualquer outro estabelecimento de ensino e de renome, tomámos em consideração que: *os métodos de ensino, juntando outros níveis de conhecimento, *os cuidados com a própria  alimentação, criando uma  noção e consciência da importância dos alimentos sobre os próprios, *o respeito pela diferença e pelos outros, *estimular o seu próprio pensamento, *o poder e a aceitação do seu eu, enquanto seres, enquanto pessoas, motivando a auto estima, *os benefícios do diálogo, *resolução de problemas aprendendo a criar e a apresentar soluções, *Iniciativas diversas para que os pais e outros familiares participassem nas dinâmicas escolares das crianças,promovendo a aproximação e a diversão entre si, ...eram, entre outros valores, princípios que considerámos importantes apostar.

Apesar de não haver nenhum resultado registado, participando no projecto contribuindo com a nossa aposta sentíamos que iríamos fazer parte da diferença e contribuir para uma melhor qualidade de vida da Carolina. Era esse o nosso objectivo principal. Foi uma experiência gratificante para nós.

"Eu me sinto muito privilegiada por ter meu filho Bruno a estudar n’Os Aprendizes, que eu considero mais que uma escola. Um lugar encantador, que vai muito além do ensino curricular; acolhe de uma forma única e proporciona aos miúdos harmonia física e mental, confiança, consciência de direitos e deveres e sobretudo tolerância e respeito ao próximo e ao mundo.

Gratidão por cruzar essa escola nas nossas vidas.”

Quando se tem um filho, o primeiro filho, o mundo muda, nós mudamos e tudo o que queremos é amá-lo, protegê-lo e fazê-lo feliz.

Quando chega a hora de termos que o inscrever num colégio avaliamos e tentamos escolher o que nos parece o melhor para o nosso tesouro – eu escolhi Os Aprendizes (pela abordagem pedagógica, pelos príncipios que seguem, pela energia que se respira assim que se passa o portão).

Mas quando chega o dia de o deixar no colégio, numa sala cheia de outros pimpolhos e educadores que na verdade não conhecemos, o coração fica pequenino e sentimos uma certa angústia. Não foi diferente comigo. Mas confiei e deixei o meu tesouro nas mãos de 3 anjos que amaram, protegeram e fizeram o meu filho feliz. Todos os dias. Na sala dos Sonhadores o meu D. aprendeu a sonhar com muito amor. Todos os dias de manhã ele ia e ficava feliz no colégio. Todos os dias de manhã o meu coracão de mãe sabia que tinha escolhido o sítio certo para ser o parceiro de educação do meu tesouro.

Depois de 3 anos de Aprendizes, já na sala dos Descobridores e o irmão mais novo na sala dos Sonhadores, surgiu uma nova etapa na vida da nossa família e saímos do país. Hoje tem 8 anos e sempre que preparamos a viagem a Portugal diz: posso fazer a colónia na minha escola de Portugal? E assim é todos os verões – os meus dois tesouros têm o privilégio de viver 2 semanas fantásticas junto daquela que é para mim a melhor equipa pedagógica possível.

Grata <3